O que te conecta?

contato • 26 de julho de 2019

O que te conecta a um projeto, a uma pessoa, a uma atitude?  

Em meio a um turbilhão de mudanças internas e externas, fazemos novas conexões o tempo todo, sem muitas vezes saber o porquê. Ok, me conectei a um projeto de valor. Mas são tantos, muitas vezes versando sobre a mesmo propósito. Porque apenas um me conecta. E quando a conexão é com pessoas e atitudes, não procuramos entender, ou avaliar o que ela agrega, apenas seguimos o fluxo. 

Aliás, melhor nem pensar sobre o assunto. Apenas acelera! Então, o que te conecta de fato, nesta era de conexões voláteis e transformações intensas e tão aceleradas? Pergunta difícil, complexa e que nos empurra para usar velhos e mofados chavões. Quem sabe, invertemos a pergunta. O que te desconecta? Porque, tão importante quanto saber o que nos conecta é identificarmos o que e o porquê nos desconectamos. 

Desconectar mesmo exige coragem, meu caro. E autoconhecimento. E acima de 
tudo, generosidade consigo mesmo. Simplesmente porque algumas conexões nos aprisionam na nossa atual versão. Que já não nos satisfaz. Tema difícil.

Amedrontados, com medo de mergulhar no que apaixonadamente sonhamos, reforçamos conexões a projetos, pessoas e atitudes que já não fazem mais sentido. Porque uma desconexão necessária pode significar nos sentirmos menos como somos, ficando mais parecidos com quem deveríamos nos tornar. Pois não existe uma versão final de nós mesmos, somos dinâmicos. 

Mas então, o medo da mudança vira pânico e erguemos as paredes do nosso castelo, nos protegendo com armaduras e lanças em punho. E reforçamos aquela conexão que deveria ser rompida. Melhor manter assim, conectados com o conhecido com o qual já sabemos lidar. Mais seguro. 

Muitas vezes, precisamos nos desconectar para conseguirmos finalmente virar a chave. Porque o que já foi bom, pode se tornar tóxico em contato com o que queremos ou estamos nos tornando. E, principalmente, porque conexões com pessoas tóxicas nos fazem erroneamente crer que cabe a nós cura-las quando, na verdade, o objetivo deveria ser curar a nossa parte que tem conexão com a toxicidade delas. 

Foco em si próprio para conexões de valor. Mas como manter este foco quando 
somos diariamente inundados com uma dose cavalar de adrenalina? Que nos 
inebria e nos confunde e muitas vezes paralisa. E também nos dá a sensação de 
uma obsolescência já programada a cada ação. Fica um vazio com gosto de res
saca, sabe? 

Mas o fato é que o novo hoje já envelhece enquanto o estamos realizando, a velocidade de novas conexões é cada vez maior. Mas nessa overdose de adrenalina 
que nos vicia, as conexões são simplesmente empilhadas, “arquivadas”, na biblioteca
dos obsoletos que já foram realizados. Volumosas, com forte impacto visual. Conexões exauridas, mas mantidas, ocupando um precioso espaço. Que de
veria ser ocupado por conexões reais, daquelas que mesmo efêmeras, te dão 
aquela sensação de pertencimento, esse sentimento tão arrebatador e construtor.

Peças perfeitamente conectadas e indelevelmente nutridas. Que alavancam, 
pois conectam com o nosso essencial. Porque não nos conectamos apenas ao 
que conscientemente sabemos que nos completa. Nos conectamos também ao 
que inexplicavelmente e, por que não, inconscientemente nos atrai e nos pre
enche.

Reforce as conexões com quem te faz perguntas e não te dá respostas definitivas. Porque respostas definitivas te domesticam, te limitam, te apequenam à uma realidade estereotipada. E as conexões devem ser dinâmicas, devem conectar à liberdade, não à prisão. Porque não são correntes, certo? São conexões mesmo que fugazes. 

Respira fundo e tenha coragem para romper conexões e fazer novas. Sejamos verdadeiros e generosos conosco. Conexões devem existir quando elas nos nutrem, quando há uma corrente positiva. Apenas quando elas fizerem sentido. Nunca por zona de conforto ou por medo do novo.

Glowing futuristic layered platform with blue-purple digital orb and floating light effects on a soft gradient background
17 de agosto de 2026
Uma visão de mercado destacada pela ISG e publicada no Nasdaq.com. Entenda por que dados, governança, segurança e operações em cloud são fundamentais para transformar inteligência artificial em valor para o negócio.
Infográfico roxo e branco “Líder em 3 quadrantes” com selo no topo e três círculos de destaque.
12 de agosto de 2026
A Processor foi reconhecida como Líder em três quadrantes do ISG Provider Lens™ Microsoft AI and Cloud Ecosystem 2026. Conheça os destaques.
Hands typing on a laptop next to a coffee cup on a black marble desk
11 de agosto de 2026
Entenda como empresas podem evoluir do uso do Microsoft 365 Copilot para agentes de negócio com mais governança, segurança e conexão aos processos.
7 de agosto de 2026
Entenda como Microsoft Fabric e AI Analytics potencializam o Power BI com dados unificados, governança, machine learning e IA para decisões mais inteligentes.
Página de artigo em português sobre “O privilégio de poder fazer diferente”, com retrato pequeno à esquerda.
Por Cesar Leite 28 de julho de 2026
Confira o artigo do nosso CEO Cesar Leite que foi publicado no Jornal Zero Hora, do dia 27/07/2026.
Microsoft 365 promotion on a blurred office background with blue accents and support/governance icons
24 de junho de 2026
Entenda como IA e automação ajudam a tornar operações de atendimento mais ágeis, inteligentes e conectadas à experiência do cliente.
Carregar mais posts