setembro 14
Transformação digital exige novo mindset das empresas

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Toda indústria, mais cedo ou mais tarde, vai ser tocada pela transformação digital. Não há para onde correr. A tecnologia viabilizou que os consumidores tivessem mais autonomia para pesquisar e comprar produtos e serviços. Mostrou que novos modelos de negócios são possíveis e que, muitas vezes, isso pode significar mais facilidade, qualidade e menores custos. 

Uma nova cultura começa a surgir, dentro de uma perspectiva de uso mais inteligente, econômico e eficiente dos bens. Compartilhamento de produtos, como carros ou casas, colaboração na criação de novas ideias e experimentação começam a fazer parte do pensamento do novo consumidor.

É um cenário cheio de possibilidades e, ao mesmo tempo, desafiador. Especialmente para as corporações que se acostumaram a seguir um modelo até então vencedor de se relacionar com os seus públicos e agora percebem que isso começa a fazer parte do passado. “As empresas precisam ter coragem de abdicar de como elas operam hoje, mesmo que isso ainda esteja dando certo, e evoluir para um novo patamar”, afirma o presidente do Grupo Processor, Cesar Leite.

As startups, que surgem com operações 100% digitais e já alinhadas com essa nova mentalidade, saem na frente. Estão aí nomes como Uber, Airbnb, Neftlix e WhatsApp para comprovar isso. As atenções agora se voltam para os players tradicionais de segmentos como indústria, varejo, educação e saúde, que precisam se reinventar. 

Para isso dar certo, a receita é construir um novo modelo mental dentro das empresas e usar tecnologias como Cloud, Big Data, Mobilidade, Social Business e Internet das Coisas (IoT), que estão aí para suportar toda essa mudança e também para ajudar as empresas a terem estruturas mais flexíveis para o desenvolvimento de novos projetos. 

“Não é fácil reposicionar os negócios, especialmente para operações com décadas de atuação e consolidadas. As mudanças podem ser graduais, desde que comecem logo”, sugere Cesar Leite. 

Quando o assunto é a transformação digital, as empresas brasileiras encontram-se em vários graus de maturidade. De forma geral, estão melhores as que enfrentam muita competição e possuem operações em que precisam estar mais próximas dos clientes, como o varejo, explica o gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil, Pietro Delai. “Se fosse para traçar uma média com os mercados globais mais pujantes, então estamos devendo. A maioria das nossas companhias ainda está engatinhando”, relata.

Estudo do Gartner apresentado ao mercado em setembro revela que os CEOs globais entendem que os negócios digitais são significativos o suficiente para garantir que sejam liderados pessoalmente. Metade dos entrevistados espera ver uma grande transformação digital em seus setores dentro de cinco anos. 

Processor apoia clientes nessa jornada de mu​danças

Envisionar e revolucionar a produtividade dos negócios das organizações é a missão da Processor.​

O cenário atual é disruptivo. As mudanças do próximo ano podem ser mais impactantes que as das últimas décadas. É por isso que a Processor quer estar próxima aos clientes, para ajudá-los a identificar o que faz parte da sua proposta de valor e o que é preciso para eles se posicionarem de forma diferente, deixando de lado os processos menos eficientes. 

Envisionar, ou seja, olhar para o futuro é uma constante na relação da Processor com os seus clientes, afirma a gerente de marketing da empresa, Laura Denker. 

“Ajudar os clientes a se diferenciarem no mercado, antecipar rumos e acompanhá-los nessa jornada de transformação faz parte da nossa proposta de valor”, relata.

Para isso ser possível, a Processor atua lado a lado para servi-los e ajudá-los a construir soluções que gerem valor e revolucionem a produtividade. “Essa é a síntese de uma relação vencedora, onde todos se desenvolvem, e que estamos sempre focados em construir", acrescenta. 

A Processor atende corporações de pequeno, médio e grande portes da América Latina e possui no seu portfólio soluções próprias, além de atuar como integradora. Dentro da oferta estão serviços como Plataforma LiveCloud, Managed Services, Business Solutions, Business Process Outsource e Cloud & Software. 

“Queremos que o cliente nos perceba como únicos dentro da nossa cultura de agregar valor aos seus negócios. Na medida em que ele entende isso e se beneficia, a relação se fideliza e se gera um ciclo positivo de crescimento”, observa Laura.

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